Na madrugada de 25 de abril de 1974, Portugal acordou.
Acordou com um novo som, o som da liberdade.
As ruas de Lisboa, ainda envoltas na penumbra da noite, começaram a encher-se de murmúrios de esperança.
Soldados, jovens e determinados, marchavam com cravos nas espingardas, simbolizando a paz e a revolução.
Foi a canção “Grândola, Vila Morena”, que se fez ecoar como o hino de resistência que encheu os corações de todos os portugueses.
Era o sinal, o sinal do início de uma nova era.
As portas das casas abriram-se e as pessoas saíram, unidas por um desejo comum: a liberdade.
A ditadura, que durante décadas sufocou a voz do povo, começava a desmoronar-se.
Os tanques avançavam, não para oprimir, mas para libertar.
Os sorrisos e as lágrimas de alegria misturavam-se nas faces daqueles que, pela primeira vez, sentiam o sabor da democracia.
Naquela madrugada, Portugal renasceu.
O cravo tornou-se o símbolo de uma revolução pacífica, uma revolução que trouxe consigo a promessa de um futuro melhor.
A coragem dos Capitães de Abril e a força do povo português mudaram para sempre o destino do país.
Hoje, ao recordar o 25 de abril, sentimos o pulsar de uma nação que se ergueu contra a opressão e conquistou a sua liberdade.
É uma data que nos lembra que a democracia é um bem precioso, conquistado com coragem e determinação. Que devemos respeitar!
Ricardo Lima | O Presidente da Junta de Freguesia de Moscavide e Portela
25 de Abril, sempre e para sempre!
Continuamos Juntos. Primeiro as Pessoas!
UMA FREGUESIA PARA AS PESSOAS | COM AS PESSOAS | DE PESSOAS







