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Em direto com o Presidente, um projeto do programa +Cidadania da Junta de Freguesia, que visa aproximar o eleito dos eleitores, incentivar à participação e o envolvimento da população na vida da sua freguesia.
TEMA: PONTO DE SITUAÇÃO DIVERSOS PROJETOS
Continuamos Juntos. Primeiro as Pessoas!
UMA FREGUESIA PARA AS PESSOAS | COM AS PESSOAS | DE PESSOAS

A decorrer o PODCAST “À Conversa Com a Freguesia”. Trazemos à conversa neste PODCAST o João Roxo, aluno do 12° ano da Escola Secundária da Portela e a Matilde Gonçalves, aluna do 1.º ano do Ensino Superior e ex. aluna da Escola Secundária da Portela, com o tema: VOU PARA O ENSINO SUPERIOR. E AGORA?

O PODCAST “À Conversa Com a Freguesia”, com o qual pretendemos desenvolver, discutir, desmistificar diversos temas que nos preocupam e deixam curiosos a todos.

Da saúde, à cultura, passando pela educação, pelo ensino superior, o desporto, o comércio, a politica, o espaço público e tantos outros temas, teremos duas pessoas à conversa, que juntos responderão a dúvidas e curiosidades que são de todos.

Este é mais um projeto no qual pretendemos envolver a população:

Se quiser dirigir um dos podcast com um tema que considere de pertinência para a sociedade e a comunidade, entre em contacto com a Junta, pois este é um projeto para as pessoas.

Continuamos Juntos. Primeiro as Pessoas!

UMA FREGUESIA PARA AS PESSOAS | COM AS PESSOAS | DE PESSOAS

Em direto com o Presidente, um projeto que visa aproximar o eleito dos eleitores, incentivar à participação e o envolvimento da população na vida da sua freguesia.

TEMA: PONTO DE SITUAÇÃO DIVERSOS PROJETOS

Continuamos Juntos. Primeiro as Pessoas!

UMA FREGUESIA PARA AS PESSOAS | COM AS PESSOAS | DE PESSOAS

Iniciamos hoje o projeto PODCAST | À Conversa Com A Freguesia, com o qual pretendemos desenvolver, discutir, desmistificar diversos temas que nos preocupam e deixam curiosos a todos.

Hoje, no âmbito do Mês da Saúde, o Tema é a Saúde Mental, o qual tem sido muito discutido nos últimos tempos, pois foi fortemente incrementado pela pandemia. Trazemos à conversa a Professora Raquel Cardoso do ISPA, a qual em conjunto com o Vogal Tiago Batista, vai ajudar-nos a passar uma tarde simpática, estabelecendo um conversa que será uma fonte de conhecimento para todos.

Continuamos Juntos. Primeiro as Pessoas!

UMA FREGUESIA PARA AS PESSOAS | COM AS PESSOAS | DE PESSOAS

A intervenção do Sr. Presidente da Junta de Freguesia, Ricardo Lima, nas comemorações do 48° aniversário do 25 de abril de 1974, organizadas pela Junta de Freguesia.

“Exmo. Sr. Presidente da Câmara Municipal de Loures, Ricardo Leão

Exma. Sra. Presidente da Assembleia Municipal Loures, Susana Amador

Ex.mo. Sr. Presidente da Assembleia de Freguesia de Moscavide e Portela, Constantino Teixeira

Caras Convidadas e Caros Convidados,

Moscavidenses e Portelenses,

Caras Amigas e Caros Amigos,

Às 22h55 do dia 24 de abril de 1974, a rádio passa uma canção. “E depois do Adeus”, música interpretada por Paulo de Carvalho e que tinha ganho o festival da canção desse mesmo ano.

Com esta canção de Amor, estava dado o sinal para que os capitães iniciassem as manobras que garantindo o controlo de instalações militares, de comunicação e de governo, depusessem o regime, tomassem o poder e garantissem a transição para um regime democrático.

Este podia ser o resumo de uma revolução. Uma visão romântica de um momento único na nossa História coletiva. Um dia que continuou a fazer de nós Portugal.

Uma revolução feita a partir de uma canção de amor, ainda por cima uma canção de amor em despedida, ou como diria o poeta no poema cantado “E depois do amor? E depois de nós? O Adeus! O Ficarmos Sós!”, é o horizonte imaginário que cria heróis e transforma dias em páginas de história, dos livros às memórias das pessoas, as que as viveram e as que as passam de pessoa para pessoa, para que perdurem e nos acompanhem.

Temos a legitima tentação em dar imagem, voz e nome aos Heróis sem cuidar de lembrar que os seus atos vão muito para além das memórias que partilhamos.

A História do heroísmo deve prolongar-se em memórias, mas sobretudo em gestos e atitudes concretas, trazendo o carácter dos que fizeram a revolução até aos nossos dias, mesmo que para tal relembremos todos e todos os dias o que éramos e o que conseguimos ser.

O espírito e a prática Revolucionária – tantas vezes agredidos por aqueles que deles se querem apropriar como se os heróis tivessem bandeiras partidárias – deve estar presente todos os dias, nos atos mais simples dos que decidem em nome dos que os elegeram e dos que elegem através do escrutínio atento.

Abril é também dizer que quando alguém agride a Liberdade, temos o dever de a defender colocando-nos sempre do lado certo da história que é, e sempre será, ao lado daqueles que dizem que a tirania não passará; que a autocracia não passará; que as mordaças à comunicação social livre, não passarão; que prender quem pensa de maneira diferente, não é tolerável.

Estar do lado certo da história é não ter complacências ou desculpas para com aqueles que invadem, destroem, matam, violam e mentem sem carácter sobre os seus atos.

Fazer Abril, ontem, hoje e sempre, será dizer claramente a quem defende as tiranias, que não estarão descansados enquanto a Liberdade não vencer, enquanto a Democracia não prevalecer.

Caras Amigas e Caros Amigos,

A coragem dos Capitães de Abril hoje, seria continuar a sair para a rua ou a dizer em todo o lado, que não basta erguer o punho, gritar Liberdade e usar um cravo vermelho para sermos defensores ou herdeiros daquilo que eles nos deixarem.

Não!

É fundamental que tenhamos a coragem para, no plano democrático, no respeito pela pluralidade, dizer a todos quantos perante uma guerra preferem a retórica da palavra que estão errados. Que na guerra entre quem ataca e quem se defende, estaremos sempre do lado de quem se defende.

Não tenhamos a mínima duvida que aqueles que tantas vezes se dizem únicos e legítimos guardiões de Abril, são hoje quem, por palavras, ações ou simples omissões, mais agride a sua memória, e quem mais envergonha a Liberdade.

Por isso sem arrogância, mas também sem fraqueza ou constrangimentos, apontamos a palavra a quem não consegue separar-se de um passado de má memória e dos amanhãs que cantam.

Não podemos deixar de lhes dizer que o amanhã é já hoje, e aquilo em que dizem acreditar, está muito longe daquilo que fazem hoje.

Para eles uma palavra: Liberdade!

Liberdade que é aquilo que queremos e que é igual seja em Moscavide, na Portela, em Loures, ou em Grozny. Alleppo, Karkhiv. Kiev ou Mariupol.

A Liberdade que defendemos ontem, é justamente a Liberdade que temos o Dever de defender hoje, aqui ou lá.

Ex.mas Senhoras e Ex.mos Senhores,

Caríssimos amigos,

Não lamentemos o que ainda está por fazer em Abril, porque Abril está hoje mais vivo do que nunca na necessidade que temos de o defender, proteger e aprofundar!

Quando celebramos 48 anos da nossa revolução – nossa porque a Revolução é de todos os que a continuam a amar – o ruído das vozes que a pretendem desvalorizar, faz-se ouvir cada vez mais, com cada vez maior intensidade.

O tempo deu-lhes a desfaçatez de tentar fazer esquecer que em 1970, mais de um quarto da nossa população era analfabeta, ou que apenas uma elite inferior a um por cento tinha o privilégio de frequentar o ensino superior, que o trabalho infantil era não só uma realidade como uma necessidade vista como uma prática correta.

Esses, os saudosos da “ordem” esquecem que a saúde era acessível a quem a podia pagar, que o simples gesto de falar com amigos na rua podia ser alvo de denuncia e uma visita guiada ao inferno da tortura, ou que votar, escolher, eleger, era uma caricatura de democracia livre.

Se a Democracia é a Forma, a Liberdade é o caminho.

Este é o caminho que não devemos deixar de lembrar e, acima de tudo, não devemos deixar de fazer, todos os dias, em todos os momentos, em todas as circunstâncias.

Porque a Liberdade e a Democracia, como por estes dias as televisões nos mostram, não são valores absolutos ou dados adquiridos. São lutas diárias.

Essa é a Luta que devemos assumir.

Não há Democracia sem pluralidade, da mesma forma que não há Liberdade sem escolha.

Agradecer aos capitães de Abril, não passa hoje apenas por lhes relembrar o nome ou o heroísmo, passa por continuar a afirmar o seu carácter transformador baseado na Democracia Livre, na separação dos poderes, do acesso à educação, à saúde, à dignidade económica, mas também à cultura, ao bem-estar, à capacidade de ser semelhante mesmo nas suas diferenças, à capacidade de dar aos outros o mesmo que queremos para os nossos.

Abril faz-se na exigência, mas também da solidariedade. Do gesto de estar do lado da história e de afirmar que todas as DITADURAS são inimigas da nossa Revolução, falem elas castelhano, Russo ou Coreano, Inglês, Francês ou Chinês.

Se a pluralidade é aceitar e conviver com a diferença, é também afirmar que as ditaduras não têm cor, geografia ou desculpa.
Fazer Abril, é dizer claramente que ninguém tem o direito de limitar a liberdade do outro apenas porque tem um tom de pele diferente, uma religião diferente ou escolhe amar quem quer.

Fazer Abril, é continuar a dizer que o investimento mais importante é nas pessoas, nas suas ambições e aspirações e nos seus sonhos.

Fazer Abril, é acordar sempre com a vontade de que essa seja a manhã clara e limpa, ambicionando que não seja a última e imaculada manhã da Liberdade.

Fazer Abril, é escolher o caminho da Democracia mesmo que seja o mais longo e o mais difícil.

Fazer Abril é convidar todos a fazer esse caminho connosco, mesmo que pensem de forma diferente, porque só juntando nos podemos apoiar.

Abril continua por cumprir, não porque nos falte a capacidade, mas porque a Liberdade, a Democracia e o Desenvolvimento nunca estarão terminados. Não deixemos que o caminho seja usado por aqueles que pretendem andar para trás.

Sabemos que o passado não nos trará nunca segurança, antes medo. Nunca ordem, antes silêncio. Nunca respeito, antes tortura.

Olhemos para o futuro, para os enormes e complexos desafios que temos pela frente e não percamos de vista que a cada desafio que consigamos ultrapassar, outro virá. Por cada obstáculo que vençamos, outro seguirá.

Olhemos para o futuro com a mesma confiança e esperança de que aqueles que na madrugada de 25 de abril de 1974, saíram das suas comodas vidas de oficiais, e fizeram o maior sonho de um povo, a Liberdade.

Façamos Abril, mesmo que seja em maio, junho ou dezembro.

Façamos a Revolução, crescendo com ela e a Liberdade com o vigor daqueles que por ela lutam, seja lá longe, seja na nossa rua, porque o nosso bairro é o Mundo.

Porque a Liberdade e a Democracia são de facto a mais bela canção de amor que podemos conhecer.

Celebrar a Liberdade e a Democracia, nunca será demais. São flores delicadas que carecem de cuidados. Processos que nunca estão concluídos.

Celebrar Abril é traduzir nas ações diárias e concretas esses cuidados e ao contrário de outros, fazer acontecer Democracia todos os dias.

Viva o 25 de Abril
Viva a freguesia de Moscavide e Portela
Viva o Concelho de Loures
Viva Portugal”

O Presidente da Junta de Freguesia de Moscavide e Portela | Ricardo Lima

Reportagem da Record TV sobre a MISSÃO AS PESSOAS PELA UCRÂNIA 🇺🇦 | MOSCAVIDE E PORTELA 🇵🇹 da Junta de Freguesia. O nosso agradecimento à Record TV pela cobertura televisiva que deu a esta missão.

Esta MISSÃO AS PESSOAS PELA UCRÂNIA, visou recolher bens essenciais que foram entregues à população ucraniana deslocada numa das fronteiras entre a Polónia e a Ucrânia. Assim, como no transporte, acolhimento e integração de ucranianos deslocados pela guerra.

MOSCAVIDE E PORTELA UMA FREGUESIA SOLIDÁRI

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Reportagem da RTP sobre o serviço da Junta de Freguesia prestado à população gratuitamente no âmbito do apoio ao preenchimento do IRS. O nosso agradecimento à RTP pela promoção televisiva deste serviço.

APOIO AO PREENCHIMENTO DO IRS | 2022

A Junta de Freguesia de Moscavide e Portela, à semelhança de anos anteriores, vem de novo disponibilizar o apoio gratuito para o preenchimento da declaração do IRS. Este apoio vigorará de 15 de março a 30 de junho de 2022.

Marcações e entregas junto dos serviços administrativos da Junta de Freguesia de Moscavide e Portela.

Organização: Junta de Freguesia de Moscavide e Portela

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INFORMAÇÃO 14.03.2022 – 19h00: (Vejam o vídeo até ao fim, porque a razão de tudo isto é também o resultado final espelhado neste vídeo)

CHEGÁMOS!!

A equipa da Junta de Freguesia chegou, daquela que podemos dizer que foi a Missão de maior relevância internacional em que participámos – talvez tenha sido a única em toda a nossa história coletiva. Certos estamos que contribuímos para a melhoria das condições de vida e de bem-estar de algumas pessoas.

Não podemos mudar o Mundo.

Mas podemos contribuir para a mudança do Mundo de alguém.

A 24 de fevereiro, a Rússia lançou uma invasão militar em larga escala contra a Ucrânia. Dessa decisão insana resultou aquela que será a maior crise de refugiados alguma vez vista na Europa.

A 27 de fevereiro, o Executivo da Junta de Freguesia decidiu desenvolver uma campanha local de angariação de bens para apoiar aquele povo que foi obrigado a deixar para trás toda uma vida debaixo do bombardeio inimigo. Não olharam para trás, mas foi para onde não olharam que ficaram os seus pertences, o seu teto, a sua vida.

A 7 de março, saiu da freguesia um camião carregado com 24 toneladas da solidariedade das nossas pessoas, com ele seguiu uma viatura de apoio e dois funcionários da Junta.

A 10 de março chegavam a Medryka na Polónia com a certeza de que aqueles bens seriam entregues aos que deles precisam. E foram. A Cristiana e o Tiago desenvolveram todos os contatos possíveis para se certificarem que o destino seria o esperado.
Desses contatos desenvolvidos resultaram não uma nova Missão, mas a continuidade desta tão nobre Missão, a qual visa apoiar o povo ucraniano, de todas as formas possíveis.

A equipa da Junta de Freguesia, saiu da Polónia, integrados numa comitiva com destino a Portugal, com 58 refugiados, 3 deles fizeram o caminho connosco e foi connosco que abraçaram os seus familiares, já em território nacional. A emoção. Todas as lágrimas que vertemos, são lágrimas de alívio, por saber que estão a salvo.

Depois de recebermos a Cristiana e o Tiago, de nos sentarmos com eles à mesa, de os ouvirmos e vermos os olhos brilhantes e dizerem com convicção: íamos hoje outra vez se fosse preciso!

Isto orgulha-nos!!

Trabalhamos com pessoas grandes. Grandes de coração.

Terminada esta 1ª Fase da MISSÃO UCRÂNIA, a Uliana, o Bohdan, a Valentina e os seus gatinhos já estão em segurança, entregues aos seus familiares, ficámos com os seus contactos e partilhámos longos abraços que selam uma amizade para a vida, pelo que ela carrega.

Continuamos a Missão, através de parceiros na Polónia e em alguns países europeus, com quem falamos com regularidade e que nos estão a encaminhar refugiados para que os ajudemos no processo de acolhimento no nosso país. Assim faremos.

Estamos dispostos a ser a ponte de ligação entre aquilo que os fere e aquilo que fará sarar essa ferida. Estamos para ajudar. Estamos, também, certos de que a nossa população será recetiva e apoiará todos quantos precisem.

OBRIGADO POR TER FICADO DESSE LADO NESTA VIAGEM/MISSÃO | DIÁRIO DA VIAGEM – FIM

A transparência nestas missões de solidariedade é a base essencial da confiança, sendo a Junta de Freguesia o fiel depositário da solidariedade da nossa população, na qual estamos eternamente gratos pela confiança depositada, importa informar das várias etapas desta missão.

Esta MISSÃO AS PESSOAS PELA UCRÂNIA, visou recolher bens essenciais que agora vão ser entregues à população ucraniana deslocada numa das fronteiras entre a Polónia e a Ucrânia.

MOSCAVIDE E PORTELA UMA FREGUESIA SOLIDÁRIA

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O Presidente para atualizar a informação no âmbito da missão humanitária organizada pela Junta de Freguesia de Moscavide e Portela de solidariedade para com o povo ucraniano.

O vídeo da reportagem de hoje, dia 10.03.2022 – https://fb.watch/bG6LJwdSmD/

FIQUE DESSE LADO E ENTRE NESTA VIAGEM/MISSÃO CONNOSCO | DIÁRIO DA VIAGEM

A transparência nestas missões de solidariedade é a base essencial da confiança, sendo a Junta de Freguesia o fiel depositário da solidariedade da nossa população, na qual estamos eternamente gratos pela confiança depositada, importa informar das várias etapas desta missão.

Esta MISSÃO AS PESSOAS PELA UCRÂNIA, visou recolher bens essenciais que agora vão ser entregues à população ucraniana deslocada numa das fronteiras entre a Polónia e a Ucrânia.

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Reportagem da SIC sobre a “Missão as Pessoas pela Ucrânia 🇺🇦” da Junta de Freguesia de Moscavide e Portela. O nosso agradecimento à SIC pela cobertura televisiva que tem vindo a dar a esta missão.
Esta missão da Junta de Freguesia de Moscavide e Portela só termina quando entregarmos os bens que fomos fiéis depositários da solidariedade da nossa população às pessoas que precisam, aos muitos ucranianos que estão hoje atravessar uma fase das suas vidas extremamente difícil.
ORGULHO
Já estamos em viagem rumo à fronteira entre a Polónia e a Ucrânia com uma equipa humanitária de apoio logístico da Junta de Freguesia de Moscavide e Portela e um camião solidário de 24 toneladas completamente cheio de bens da solidariedade da nossa população.
MOSCAVIDE E PORTELA UMA FREGUESIA SOLIDÁRIA
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